O que muda o preço
Cinco fatores respondem pela maior parte da variação: número de passageiros e volume de bagagem (definem a categoria do veículo — de um sedan a uma van), a rota escolhida (via balsa ou pela BR-367 seca), o horário do voo (chegadas de madrugada costumam ter um adicional), a temporada (alta temporada e feriados custam mais em praticamente todos os prestadores da região) e se o transfer é privativo ou compartilhado — o privativo custa mais, mas você não divide o veículo com desconhecidos nem depende do horário de outras pessoas.
Privativo ou compartilhado?
Serviços compartilhados (tipo van coletiva) tendem a ser mais baratos, mas você embarca com outros passageiros, faz paradas que não são suas e fica sujeito ao horário de saída deles — não do seu voo. Já o transfer privativo é só para o seu grupo: sai no seu horário, sem escala, com o motorista te esperando mesmo se o voo atrasar. Para quem viaja em família, com crianças, ou simplesmente não quer imprevisto logo na chegada, a diferença de preço costuma valer a pena.
Como comparar propostas
Ao pedir cotação, confirme sempre: o preço já inclui a travessia da balsa (quando aplicável)? O motorista acompanha o horário do voo, ou você precisa avisar se atrasar? Existe cobrança extra por bagagem, criança ou horário noturno? Essas perguntas evitam que um preço aparentemente mais baixo vire mais caro na hora de pagar.